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OBRIGADO PELA VISITA!

Ao longo de alguns anos temos atuado da foz do Rio Arapiuns e até seus afluentes e na região do Lago Grande e na região dos Campos gerais em Óbidos.

 

Atuamos na área de ensino e orientação os estimulando para implantação de projetos para melhoria de vida das diversas famílias que ali habitam.

 

Levamos até eles o Amor de Deus, mostrando o quanto Deus os ama a ponto de criar e sustentar todas as espécies de peixes e todas as espécies de caça e fazer a terra produzir tudo que precisam para  alimentá-los. E a maior demonstração de amor foi Deus ter enviado seu único filho, para pagar o resgate exigido por Deus e dando sua própria vida e levando sobre si os pecados de toda a humanidade. para que os que creem neste amor sejam salvos da morte eterna.

 

Quando as pessoas acreditam neste imenso amor e querem o perdão dos seus pecados, o próximo passo é batizar, cumprindo um dos mandamentos e discipular, ou seja ensinar tudo que sabemos das verdades da Palavra de Deus e o próximo passo é plantar igrejas locais que sejam sãs e bíblicas e apoiar estas igrejas até que sejam autônomas com líder local e liderança bíblica até que possam multiplicar-se e difundir a verdade que professam.

 

Hoje há dezenas de discípulos atuantes e levando adiante o aprendizado.

 

Contamos com as suas orações

 

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Ribeirinhos vivem às margens dos rios e na sua maioria são remanescentes da era da borracha que vieram do nordeste em busca de trabalho. A borracha findou e ficaram na Amazônia, onde formaram famílias. A comunidade ribeirinha da Amazônia vive em casas e também em palafitas. As atividades desempenhadas por esta população são o artesanato e a agricultura rudimentar, sabendo que a maioria das culturas e criações de animais são complementares à alimentação como caça, pesca e extrativismo vegetal. Na época das grandes enchentes é a população que mais sofre pela cheia que invade suas casas. Para isso usam o recurso de subir o piso das casas de palafita com tábuas para que as águas não os alcancem. Por conta dos aspectos geográficos do país, é na Amazônia que está a maior parte dessa população. Por residirem em um ambiente onde a força da natureza se faz presente, os ribeirinhos aprenderam a viver em um meio repleto de limitações e desafios impostos pelo rio e pela floresta. Hoje estima-se ter mais de 35 mil comunidades ribeirinhas na Amazônia. 

 

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Castanheiros

Ribeirinhos

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Nossa Base Missionária

São cerca de 400 homens que no periodo da safra, deixam suas famílias para trás e adentram na mata para a coleta da Castanha-do-Pará e atividades secundárias como pesca e produção de farinha, e compartilham de uma relação profunda com a floresta.  Respeitando o ciclo que produção das castanheiras. Os castanheiros partem para a coleta no período de fevereiro a julho.

Na prática, os castanheiros coletam os ouriços que ficam espalhados pelo solo mata a dentro. Nas costas carregam o paneiro, um cesto para transporte dos ouriços (vide foto). Ainda há aqueles grupos de castanheiros que passam períodos maiores acampados na mata, especialmente quando há boa safra (grande produção ou bons preços), com o objetivo de aumentar o lucro no final da temporada de castanhas.

Depois de coletados, os castanheiros quebram os ouriços com o facão – tarefa que exige força e habilidade, pois os frutos são muito duros. Então as amêndoas são separadas e levadas para Óbidos e Oriximiná,  onde são medidas e vendidas para as usinas de beneficiamento.  Nas usinas as amêndoas passam por um período de secagem – as maiores costumam ser comercializadas com casca, as menores são descascadas e embaladas a vácuo para venda. E depois chegam até você.

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Quilombolas

 

São grupos sociais cuja identidade étnica – ou seja, ancestralidade comum, formas de organização política e social, elementos linguísticos, religiosos e culturais – os distingue do restante da sociedade. A identidade étnica é um processo de auto-identificação que não se resume apenas a elementos materiais ou traços biológicos, como a cor da pele, por exemplo. São comunidades que desenvolveram processos de resistência para manter e reproduzir seu modo de vida característico em um determinado lugar.

Não são comunidades necessariamente isoladas ou compostas por um tipo de população homogênea. As comunidades quilombolas foram constituídas por processos diversos, incluindo, além das fugas para ocupação de terras livres, heranças, doações, recebimento de terras como pagamento de serviços prestados ao Estado, compra ou a permanência em terras que eram ocupadas e cultivadas em grandes propriedades. 

Levantamento da Fundação Cultural Palmares, do Ministério da Cultura, mapeou 3.524 dessas comunidades. De acordo com outras fontes, o número total de comunidades remanescentes de quilombos pode chegar a cinco mil.